Criando sua primeira automação

Tempo estimado: 20 a 30 minutos

Este guia mostra um fluxo atual de onboarding para criar, desenvolver, publicar e acompanhar uma automação no TunnelHub.

Antes de começar

Você vai precisar de:

  • uma conta TunnelHub com acesso a pelo menos um ambiente;

  • Node.js 22+ na sua máquina;

  • npm ou pnpm;

  • permissão para criar pacote e automação no ambiente desejado.

1. Instale a CLI

npm install -g @tunnelhub/cli

Depois da instalação, você pode usar tunnelhub ou o alias curto th.

2. Faça login

O fluxo recomendado usa autenticação via navegador:

tunnelhub login

Durante o login, a CLI solicita o Tenant ID e abre a autenticação no frontend do TunnelHub. Em casos específicos, existe fallback por usuário e senha:

tunnelhub login --password

Para validar a sessão atual:

3. Descubra seus ambientes

Liste os ambientes disponíveis e identifique o nome ou UUID do ambiente onde você quer trabalhar:

Os comandos da CLI aceitam o nome do ambiente ou o UUID. Internamente, a CLI resolve esse valor para o identificador correto.

4. Crie um pacote

Pacotes organizam recursos relacionados, como automações, sistemas e tabelas de conversão.

O comando é interativo e solicita nome e descrição.

5. Crie uma automação

Agora crie a automação com bootstrap local de um template oficial:

Durante o fluxo, você escolhe:

  • o tipo base da automação;

  • o pacote;

  • nome e descrição;

  • período de retenção de logs;

  • URL do repositório, se desejar informar.

Os templates atuais cobrem quatro modelos:

  • No delta

  • No delta batch

  • Delta

  • Delta batch

Ao final, a CLI:

  • cria a automação no TunnelHub;

  • baixa um template do GitHub;

  • extrai o projeto para uma nova pasta local;

  • grava o service.uuid no tunnelhub.yml.

6. Entenda a estrutura do projeto

O projeto gerado normalmente inclui:

  • código da automação em TypeScript;

  • tunnelhub.yml com identificação do serviço e configuração de build/deploy;

  • scripts de build;

  • testes básicos para execução local.

O desenvolvimento atual deve ser feito com o @tunnelhub/sdk, usando um dos fluxos públicos:

  • NoDeltaIntegrationFlow

  • NoDeltaBatchIntegrationFlow

  • DeltaIntegrationFlow

  • BatchDeltaIntegrationFlow

Se você usa uma plataforma de agentes no desenvolvimento, também vale instalar o skill público tunnelhub-sdk, que acelera dúvidas e implementação do SDK:

7. Implemente a integração

Em alto nível, sua automação precisa:

  • carregar dados da origem;

  • opcionalmente comparar com o destino, nos fluxos com delta;

  • executar insert, update, delete ou send;

  • definir os metadados que aparecerão no monitoramento.

Exemplo simplificado de metadados:

Os metadados controlam como os itens aparecem nos logs de processamento.

8. Use sistemas e parâmetros

Evite valores fixos no código. O padrão atual é configurar credenciais e variáveis de negócio no produto:

  • Sistemas para conexões com serviços externos.

  • Parâmetros para valores variáveis da automação.

  • Tabelas de conversão para de/para.

  • Sequences para geração de identificadores.

No SDK, esses dados são recebidos no ProcessorPayload e acessados pelas classes utilitárias exportadas publicamente.

Se você quiser aprofundar esse contrato, consulte Data Stores, Sistemas e tunnelhub.yml.

9. Teste localmente

Os templates incluem testes iniciais. Para testes locais, habilite o modo de teste do SDK quando fizer sentido:

Esse modo evita efeitos colaterais da execução real da plataforma durante os testes.

10. Gere o artefato

Antes do deploy, gere o bundle definido no seu projeto. O contrato importante é:

  • existir um tunnelhub.yml na raiz do bundle;

  • o campo package.artifact apontar para o zip ou artefato publicado;

  • o projeto estar pronto para o ambiente de execução configurado.

11. Faça o deploy

Com o artefato pronto, publique uma nova versão:

Opcionalmente, você pode informar --automation e --publish.

O deploy:

  • valida seu tunnelhub.yml;

  • faz upload do artefato para S3 por URL assinada;

  • solicita a criação do deploy na plataforma.

12. Configure o disparo

Na tela da automação, você pode configurar os gatilhos suportados hoje:

  • webhook;

  • agendamento;

  • inbound email.

Dependendo do tipo escolhido, a automação pode ser executada manualmente, por URL ou por agenda.

13. Acompanhe a execução

Depois do deploy, use a interface web em Automations > Monitoring para acompanhar:

  • status geral da execução;

  • volume processado;

  • logs de processamento por item;

  • traces técnicos;

  • downloads e ações operacionais quando disponíveis.

Próximos passos

  • Leia Automações para entender gatilhos, parâmetros e deploys.

  • Leia SDK para escolher o fluxo correto.

  • Leia Monitoramento para investigar falhas e execuções.

  • Leia tunnelhub.yml para entender o contrato de build e deploy.

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