Do template ao primeiro deploy
Esta página conecta o template oficial ao fluxo real de desenvolvimento de uma automação TunnelHub.
O que a CLI gera
Seção intitulada “O que a CLI gera”Quando você executa tunnelhub create-automation --env <ENV>, a CLI cria a automação na plataforma e baixa um dos templates oficiais para sua máquina.
O projeto gerado costuma incluir:
src/index.tscom o handler principal;- uma classe de integração no diretório
src/core/ou equivalente; metadatacom os campos exibidos no monitoramento;__tests__com exemplos básicos;tunnelhub.yml;- scripts de build e teste.
1. Abra o handler
Seção intitulada “1. Abra o handler”O handler normalmente:
- instancia sua classe de integração;
- chama
AutomationExecution.executeAutomation(...); - retorna sucesso HTTP quando a execução termina sem erro fatal.
Esse é o contrato central do runtime público.
2. Abra a classe de integração
Seção intitulada “2. Abra a classe de integração”É nessa classe que você implementa o flow escolhido.
Exemplos de responsabilidade por flow:
- No delta:
loadSourceSystemData()esendData(); - No delta batch:
loadSourceSystemData()esendDataInBatch(); - Delta:
loadSourceSystemData(),loadTargetSystemData(),insertAction(),updateAction(),deleteAction(); - Delta batch:
loadSourceSystemData(),loadTargetSystemData(),batchInsertAction(),batchUpdateAction()ebatchDeleteAction().
3. Defina os metadados
Seção intitulada “3. Defina os metadados”defineMetadata() define as colunas visíveis no monitoramento.
Pense nesses campos como contrato operacional para suporte e negócio. Bons metadados ajudam a responder rapidamente:
- qual item falhou;
- qual identificador localizar no sistema de origem;
- qual status funcional estava envolvido.
4. Ligue código à configuração de produto
Seção intitulada “4. Ligue código à configuração de produto”Antes de concluir a implementação, confirme que a automação no portal tem os recursos certos associados:
- systems necessários;
- parâmetros necessários;
- Tabelas De/Para necessárias;
- Sequências necessárias.
No código, o padrão recomendado é localizar systems por internalName e usar helpers do SDK em vez de espalhar configuração no projeto.
5. Revise o tunnelhub.yml
Seção intitulada “5. Revise o tunnelhub.yml”Confirme pelo menos:
service.uuidpreenchido;configuration.entrypointcoerente com o bundle gerado;package.artifactapontando para o ZIP final.
6. Rode testes locais
Seção intitulada “6. Rode testes locais”Os templates incluem um teste inicial. Expanda essa suíte conforme você implementa a integração.
Checklist mínimo:
- handler sobe sem erro;
- classe de integração instancia corretamente;
- metadados são válidos;
- principal caminho feliz da integração está coberto.
7. Gere o artefato
Seção intitulada “7. Gere o artefato”O comando exato depende do template, mas o resultado esperado é sempre um ZIP configurado em package.artifact.
Antes do deploy, confirme que o arquivo realmente existe no caminho configurado.
8. Publique
Seção intitulada “8. Publique”tunnelhub deploy-automation --env DEV --message "primeira versão"Se necessário, sobrescreva o UUID com --automation.
Em pipelines CI/CD, mantenha o contexto humano no --message, por exemplo com SHA e e-mail do autor do commit.
9. Valide no produto
Seção intitulada “9. Valide no produto”Depois do deploy, valide no portal:
- se a nova versão apareceu na automação;
- se os triggers esperados estão configurados;
- se a execução manual ou agendada funciona;
- se os logs e traces fazem sentido.
Checklist final
Seção intitulada “Checklist final”- flow escolhido corretamente;
- systems, parâmetros, Tabelas De/Para e Sequências configuradas;
tunnelhub.ymlcoerente;- artefato gerado;
- deploy publicado;
- monitoramento validado.