Automações

Automações são o núcleo da plataforma de integração do TunnelHub. Elas definem como um fluxo é executado, monitorado e operado ao longo do tempo.

O que uma automação concentra

Na tela de detalhes, a automação normalmente é organizada em abas como:

  • dados básicos;

  • gatilhos;

  • deploys;

  • parâmetros;

  • notificações;

  • usuários limitados;

  • sistemas;

  • Data Stores e tabelas de conversão;

  • histórico de ações.

Dependendo da automação, o produto também expõe execução manual, transporte entre ambientes e histórico de versões.

Dados básicos

Na configuração básica, o time normalmente define:

  • nome e descrição;

  • pacote relacionado;

  • status;

  • URL de repositório, quando deseja rastreabilidade com o código;

  • retenção de logs operacionais.

A retenção influencia diretamente a janela disponível para investigação no monitoramento.

Gatilhos suportados

Atualmente, a plataforma expõe três formas principais de disparo:

  • Webhook: execução sob demanda por URL.

  • Scheduled: execução automatizada por agenda.

  • Inbound email: execução a partir de recebimento de email.

No caso de webhook, o produto pode exigir autenticação conforme a configuração definida. Os modos mais comuns são:

  • sem autenticação;

  • BASIC;

  • autenticação por query string;

  • autenticação por header.

Em automações agendadas, o produto valida cron e normalmente mostra a próxima execução prevista. Em inbound email, a automação passa a operar com um endereço dedicado para recebimento.

Deploys e versões

Cada automação possui histórico de deploys. Esse histórico permite:

  • saber quem publicou uma versão;

  • acompanhar data e contexto do deploy;

  • promover configurações e artefatos entre ambientes por transporte, quando aplicável.

Dependendo do caso, o runtime pode aparecer como LAMBDA ou ECS_FARGATE, o que ajuda o time a entender melhor o perfil operacional do deploy.

Parâmetros

Parâmetros permitem externalizar configurações variáveis do código, como:

  • flags de comportamento;

  • chaves funcionais;

  • nomes de tabelas ou filas;

  • valores específicos por ambiente.

Esse recurso é especialmente útil para evitar valores fixos no código e para persistir pequenos estados de controle entre execuções quando o projeto usa o SDK corretamente.

Sistemas associados

Uma automação só recebe em runtime os sistemas que foram explicitamente associados a ela. Isso reduz acoplamento e melhora o controle operacional.

Notificações

Você pode configurar notificações para falhas ou situações operacionais relevantes.

Além de email, o produto atual também suporta outros canais conforme o caso, como webhook e integrações de colaboração corporativa. O objetivo é alertar sem expor indevidamente dados sensíveis no corpo da notificação.

Usuários limitados

Automações podem liberar visibilidade seletiva para usuários limitados. Esse recurso é importante quando parceiros ou clientes precisam acompanhar apenas execuções específicas.

Execução

Depois do deploy, a automação pode ser executada:

  • manualmente pelo portal;

  • via webhook;

  • por agenda;

  • por inbound email, quando configurado.

As execuções geram logs de processamento, traces e métricas para investigação.

Boas práticas

  • modele defineMetadata() pensando no time que vai operar a execução;

  • associe apenas os sistemas realmente necessários;

  • prefira parâmetros, Data Stores e Sequences a regras rígidas no código;

  • revise notificações e retenção de logs antes de colocar a automação em produção.

Last updated