Monitoramento
Monitoramento é uma das partes mais importantes do TunnelHub. A plataforma foi desenhada para dar visibilidade sobre execuções, falhas e comportamento técnico sem exigir que cada integração implemente sua própria camada operacional do zero.
Onde acessar
As execuções de automações ficam em Automations > Monitoring.
Nesta área você encontra filtros por período, automação, pacote, status e outros critérios operacionais.
No fluxo atual, também é comum trabalhar com:
janela de tempo explícita;
filtro por pacote e ambiente;
opção para esconder execuções bem-sucedidas sem itens processados.
O que existe em uma execução
Cada execução possui informações como:
identificador da execução;
automação e ambiente relacionados;
horário de início e fim;
status consolidado;
quantidade processada e quantidade de erros.
Dependendo do caso, a execução também pode exibir informações como versão do SDK, estratégia de logging, runtime e identificadores técnicos adicionais.
Logs de processamento
Os logs de processamento mostram o resultado por item processado. Eles são baseados nos metadados definidos pelo SDK e normalmente incluem:
ação executada;
status;
mensagem;
colunas de negócio definidas por
defineMetadata().
Esses logs são a melhor fonte para entender o que aconteceu com cada registro.
Na prática, eles respondem perguntas como:
qual item falhou;
qual ação foi tentada;
qual mensagem operacional foi gravada;
quais campos de negócio ajudam a localizar o registro no sistema de origem ou destino.
Traces
Os traces mostram informações mais técnicas da execução, incluindo logs emitidos pelo próprio fluxo e eventos auxiliares da plataforma.
Eles são úteis para:
investigar falhas de integração;
medir passos internos do processamento;
validar comportamento de chamadas externas.
Quando o volume é alto, os traces se tornam mais úteis que logs resumidos para reconstruir a sequência técnica do problema.
Operação
Dependendo do contexto e da tela, a plataforma pode oferecer ações como:
abrir detalhe da execução;
exportar logs;
reprocessar ou repetir a execução;
analisar erros com recursos assistidos por IA.
Dependendo do contexto, exportação pode incluir formatos como planilha e integrações externas de apoio à investigação.
Como investigar um problema
Um fluxo prático costuma ser:
localizar a execução pelo período e status;
abrir o detalhe para entender o contexto geral;
usar logs de processamento para registros de negócio;
usar traces para erros técnicos ou intermitentes;
reprocessar a execução quando o cenário permitir.
Análise assistida
Em alguns cenários, a plataforma também oferece análise assistida por IA para resumir falhas e ajudar no troubleshooting.
Esse recurso não substitui logs e traces, mas acelera a leitura inicial do incidente.
Dicas para bons logs
defina metadados que ajudem o time de negócio a localizar registros;
evite mensagens genéricas demais;
use parâmetros, Data Stores e Sequences para enriquecer o contexto sem valores fixos no código;
complemente com traces técnicos apenas quando isso gerar valor investigativo.
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