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Roles e escopos

O modelo de acesso do TunnelHub combina role, escopo por ambiente e visibilidade granular de recursos.

Por isso, a pergunta correta não é apenas "qual perfil esse usuário tem?", mas também "em quais ambientes ele opera?" e "quais recursos estão liberados para ele?".

Em alto nível, o controle de acesso mistura três camadas:

  • role para definir a capacidade geral do usuário;
  • ambientes para limitar onde ele pode operar;
  • escopos específicos para casos de usuários limitados.

As roles da plataforma são fixas. Hoje, existem apenas três opções:

  • Administrador: administração ampla do tenant e acesso às áreas operacionais;
  • Usuário Comum: operação do produto sem o mesmo alcance administrativo;
  • Usuário Limitado: acesso restrito a recursos explicitamente liberados.

O usuário pode ter acesso a um subconjunto dos ambientes do tenant. Isso é importante para separar DEV, QAS e PRD sem depender apenas de convenção.

Na prática, o mesmo usuário pode:

  • operar livremente em DEV;
  • ter acesso parcial em QAS;
  • não enxergar PRD.

Usuários limitados são úteis para cenários B2B, parceiros, clientes e times externos.

Hoje, esse modelo pode restringir visibilidade de forma granular para recursos como:

  • automações;
  • Tabelas De/Para;
  • telas de monitoramento derivadas desses recursos.

Esse desenho permite compartilhar operação sem expor o tenant inteiro.

Ambientes liberados e escopos granulares podem ser ajustados ao longo do tempo. A role, porém, não é mutável na plataforma.

Se for necessário trocar a role de um usuário, ele precisa ser excluído e criado novamente com a role correta.

Ao revisar permissões, vale checar pelo menos quatro pontos:

  • role do usuário;
  • ambientes liberados;
  • automações liberadas, quando for usuário limitado;
  • Tabelas De/Para liberadas, quando for usuário limitado.

Além da role, o cadastro de usuário costuma incluir dados que afetam experiência e governança, como:

  • e-mail;
  • idioma padrão;
  • timezone;
  • país;
  • tenant e ambientes associados.
  • escolha a role correta já na criação do usuário;
  • use Usuário Limitado para acessos externos ou parciais;
  • evite compartilhar contas entre pessoas;
  • revise acessos administrativos de forma periódica;
  • separe ambientes críticos por permissão, não apenas por combinado informal;
  • documente internamente quem é responsável por cada liberação granular.

Para o fluxo prático de gestão de usuários, consulte também Usuários e permissões.