Sistemas

Sistemas representam conexões reutilizáveis com recursos externos consumidos por automações e APIs.

Por que usar sistemas

Em vez de colocar credenciais e endpoints no código, o TunnelHub centraliza esses dados em entidades configuráveis por ambiente.

Isso permite:

  • trocar credenciais sem alterar o código da automação;

  • separar DEV, QAS e PRD com segurança;

  • reutilizar a mesma configuração em múltiplas automações;

  • transportar configurações entre ambientes com mais controle.

Tipos suportados

Os tipos expostos atualmente no produto incluem:

  • Database

  • FTP

  • LDAP

  • Mail

  • HTTP

  • SFTP

  • SAP RFC

  • SMB

  • SOAP

Dependendo do tipo, a aba de parâmetros muda para refletir o formato de autenticação e conexão esperado.

Como modelar um sistema

Além dos campos básicos, cada sistema normalmente combina:

  • internalName estável para uso técnico;

  • parâmetros tipados conforme o tipo do sistema;

  • parâmetros customizados, quando o contexto pede valores extras;

  • status ativo ou inativo;

  • vínculo com o ambiente correto.

Trocar o tipo de um sistema não é um ajuste cosmético: isso muda a estrutura esperada de parâmetros e, em muitos casos, a própria forma de autenticação.

Campos principais

  • Nome: nome amigável.

  • Nome interno: identificador técnico único dentro do ambiente.

  • Tipo: tipo do sistema.

  • Status: ativo ou inativo.

  • Descrição: contexto funcional.

Dependendo do caso, o produto também permite logo/imagem e parâmetros customizados adicionais.

Exemplos de parâmetros por tipo

  • HTTP: URL base, autenticação, headers ou query string.

  • Database: tipo do banco, host, porta, usuário, senha e database/schema.

  • FTP/SFTP: host, porta, usuário, credencial, timeout e política de reconexão.

  • SOAP: WSDL URL e autenticação, quando aplicável.

  • SAP RFC: host, usuário, mandante, número do sistema e trace.

Uso em automações

Sistemas precisam ser associados a uma automação para ficarem disponíveis em tempo de execução.

No SDK, eles chegam pelo ProcessorPayload e podem ser acessados pela lista systems ou pelos utilitários públicos.

Em projetos mais maduros, o padrão é localizar o sistema pelo internalName e deixar o resto da configuração no produto.

Boas práticas

  • use internalName previsível e estável;

  • cadastre credenciais por ambiente;

  • mantenha descrições claras sobre finalidade e dono da integração;

  • desative sistemas obsoletos em vez de manter configurações ambíguas;

  • evite reutilizar um mesmo sistema para contextos de negócio sem relação;

  • documente internamente autenticação, owner e criticidade operacional.

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