Estrutura de projeto e runtime
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Esta página mostra como um projeto TunnelHub costuma ser organizado e como o SDK participa da execução.
Um template oficial normalmente inclui:
src/index.ts;
uma classe de integração em src/core/ ou equivalente;
metadata;
tipos e modelos;
__tests__;
tunnelhub.yml.
O handler principal costuma:
instanciar a classe de integração;
chamar AutomationExecution.executeAutomation(...);
retornar sucesso HTTP quando não há erro fatal.
Esse é o ponto de entrada esperado pelo runtime público.
Essa classe herda um dos flows do SDK e concentra a lógica principal de negócio:
extração da origem;
reconciliação com destino, quando houver delta;
envio, insert, update ou delete;
definição de metadados.
Em runtime, a automação recebe um payload que costuma incluir pelo menos:
identificadores de tenant, ambiente, automação e execução;
systems associados;
parameters cadastrados;
payload do trigger, quando aplicável.
É esse contrato que conecta o produto ao código.
tunnelhub.ymltunnelhub.yml define como o projeto será empacotado e publicado. O runtime depende desse arquivo para localizar o artefato e interpretar a configuração básica do serviço.
a CLI cria a automação e baixa um template;
o projeto implementa a integração com o SDK;
o build gera o artefato definido em package.artifact;
a CLI publica uma nova versão;
o produto executa e monitora a automação.
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